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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Trichogaster trichopterus (Tricogaster Azul)


Trichogaster trichopterus (Tricogaster Azul)



Trichogaster Trichopterus (Tricogaster Amarelo)


Trichogaster Leeri


REPRODUÇÃO:
Típica dos labirintídeos , com construção do ninho de bolhas.
Os pais devem ser bem alimentados antes da postura e retirados após a mesma.
Seus ovos, bem como os alevinos, são mais leves que a água e flutuam no topo.
A reprodução é fácil, encontrar um par adequado é talvez o maior desafio.
Para a reprodução um aquário de 40 litros ou mais.
A água deve ser rasa, cerca de 13 centímetros.
A correnteza deve ser mínima.
Plantas flutuantes, ou caule de plantas cultivadas na superfície, ou qualquer outro detrito flutuante ajudará a manter o ninho no lugar.
Um par de adultos saudáveis deve ser introduzido no aquário de reprodução.
O macho vai gastar muito tempo na construção de um grande ninho.
Os ovos serão depositados no ninho.
A fêmea deve ser removida neste momento ou ela corre o risco de ser morta pelo macho.
Após 20hs o macho deve ser removido, pois pode comer os alevinos que emergem do ninho.
Os ovos eclodem em 24 horas e os alevinos devem ser alimentados com infusórios e náupilos de artêmias.

DISTRIBUIÇÃO:
Encontrados em riachos e rios tropicais do Extremo Oriente em pântanos, brejos e canais.
Habitam águas rasas e lentas com uma grande quantidade de vegetação aquática.
Ocorrem em florestas sazonalmente inundadas ao longo do médio e baixo Mekong, de lá migram para áreas inundadas durante a época do dilúvio e retornam à corpos d'água permanentes no início da estação seca.



CURIOSIDADES:
Controle de pragas, tricogasters comem Hydras e Planarias por isso muitas vezes são usados para se livrar da infestação biologicamente, com ambos os hóspedes indesejáveis.

LISTA COMPLETA:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Superclasse: Osteichthyes
Classe: Actinopterygii
Ordem: Perciformes
Família: Osphronemidae
Género: Trichogaster
Temperatura: 25°C a 30°C
pH: 6,0 a 8,2
gH: 5 a 20
Dieta: Carnívoro
Agressividade: Moderada
Ambiente natural: Bentopelágico, água-doce
Aquário mínimo: 60 litros

ORIGEM:
Tailândia, Malásia, Birmânia, Camboja, Vietnã, Indonésia, Sumatra, Banka, Bornéu, Java, Madura, Bali, Brunei, e sobre as Filipinas.
Principalmente em áreas densamente plantadas.

MORFOFISIOLÓGIA:
O corpo é ligeiramente comprimido e alongado com dois barbilhões no ventre.
Machos conhecidosidos por uma longa nadadeira dorsal e pela cor alaranjada das nadadeiras pélvicas.
Pode chegar a medir até 11 cm.
Os olhos são localizados bem à frente.
A boca é grande e voltada para cima.
As cores podem variar de amarelo, dourado, verde-oliva e azul com três pontos negros no meio do corpo.

HEMATOSE:
Além de ter respiração branquial, possuem labirinto com vascularização que lhes permite usar ar atmosférico em sua respiração.
Capturam com a boca, pequenas bolhas de ar que serão conduzidas àquela adaptação onde também ocorre a hematose, possibilitando viver em água com pouco oxigênio dissolvido.

ALIMENTAÇÃO :
Rações próprias para tricogasters, em flocos ou grânulos.
No mínimo duas vezes por semana oferecer alimentos vivos (artêmia, tubiflex ou larvas de mosquitos).

COMPORTAMENTO:
Territorialista, agressivo com o mesmo sexo de sua espécie, também pode agredir outros peixes menores.

DIMORFISMO SEXUAL:
Pode-se diferenciar o macho da fêmea pelas barbatanas dorsal e caudal mais pronunciadas no macho já a fêmea tem as mesmas pequenas e arredondadas.
Também podemos destinguilos pela cor alaranjada sob as guelras do macho, sobretudo no período de reprodução.

ESPÉCIES E DATAS:
A descrição por Pallas foi relatada duas vezes, em 1770 e em 1777.
A Primeira importação Européia: seqüencial na Alemanha e nos Países Baixos, data de 1896.
Sinônimos...
Trichopterus Labrus, Pallas, 1770
Trichogaster trichopterus, Bloch & Schneider, 1801
Trichopterus Trichopodus, Lacépède, 1801
Trichopterus Trichopodus, Cuvier & Valenciennes, 1831
Sepat Trichopus, Bleeker, 1845
Siamensis Osphromenus, Günther, 1861
Trichopterus Osphromenus , Bleeker, 1865
Cantoris Trichopus, Sauvage, 1884
Trichopodus maculatus, Vipulya 1923
Saigonensis Osphronemus, Borodin, 1930.

Peixe paraiso


Macropodus Ocellatus Cantor


Peixe Paraíso


Macropodus Opercularis


Peixe Paraíso


DIMORFISMO SEXUAL:
O Macho é maior e tem os raios das barbatanas mais longos.

ALIMENTAÇÃO:
Onívoro:
No mundo selvagem, eles são predadores, comendo vegetais, insetos, invertebrados, e peixes menores.
No aquário aceitam praticamente qualquer alimento, mas deve ser dada uma dieta razoavelmente com alto teor de proteína, oferecer duas vezes por semana alimentos vivos e ou congelados.
Alimentos de origem vegetal dos tipos vendidos para goldfish são ótimos.
Ou as próprias para peixes paraíso! (São melhores por serem feitas exclusivamente para eles, mas são difíceis de encontrar e geralmente mais caras).

SOBREVIVÊNCIA:
A variedade selvagem deste peixe é encontrada com facilidade entre os arrozais chineses, locais com muita vegetação e pouca água, acostumado com condições mínimas de sobrevivência.
Não precisa de sistema de aquecimento, principalmente em países tropicais, já que prefere temperaturas em torno de 23ºC.
Fatores como pH e dureza não são relevantes, ele pode viver tanto em águas alcalinas como ácidas.
Num aquário coletivo os outros peixes devem ser maiores que ele para diminuir as chances de sofrerem com sua agressividade.
Esta espécie pode ser muito útil no combate à algumas espécies de caramujos considerados verdadeiras pragas aquáticas.

SELOS...






BLUE PARADISE


LISTA COMPLETA!
Nome científico: Macropodus Opercularis
Nome popular: Peixe Paraíso
Origem: Sudeste asiático - Coréia, China, Vietnam e Formosa
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Família: Anabantídeos (Osphronemidae)
Gênero: Macropodus
Nome Binomial: Opercularis Macropodus
(Linnaeus, 1758)
Tamanho: até 11 cm
Comportamento: Agressivo
PH: 6.0 a 8.0
Temperatura: 16 ºC a 28 ºC – ideal 23 ºC
Dureza: 10 dH
Alimentação: onívoro
Reprodução: ovíparo
Aquário mínimo: 20 litros - casal 50 litros - coletivos a partir de 100 litros.

ORIGEM:
São peixes de água doce encontrados em valas e arrozais na Ásia Oriental, que vão desde a Península da Coréia do Norte até o Vietnã.
Foi um dos primeiros peixes ornamentais disponíveis para aquários no ocidente, tendo sido importado para a Europa em 1800.

COMPORTAMENTO:
Habitantes solitários de aquários.
O peixe paraíso é um dos membros mais agressivo de sua família.
Bastante agressivos, perseguindo e atacando uns aos outros, e tem potencial para matar peixes menores.
Os machos devem ser mantidos separados, uma vez que eles vão lutar agressivamente.
Um macho pode ser mantido com as fêmeas, as fêmeas podem ser mantidas juntas em grupos.


REPRODUÇÃO:
Como é típico da maioria dos bettas e gouramis, envolve uma construção de um ninho de bolhas feito pelo macho (um tapete flutuante de bolhas de ar e saliva.
Com o intuito de atrair uma fêmea para ele.
Se a fêmea aceita os avanços do macho, o peixe a "abraça", liberando os óvulos e espermatozóides na água.
O macho recolhe os ovos fecundados, após cada abraço, cuspindo-os para o ninho da bolha. Após a desova, o macho fica super protetor.
A fêmea deve ser retirada, pois o macho pode atacá-la violentamente e até matá-la.
Após a eclosão começam a nadar livremente, após dois dias o macho deve ser removido!
O aquário deverá ser mantido tampado a fim de manter a umidade e diminuir a oscilação de temperatura, que deve se manter próxima aos 23ºC, um aerador suave será útil, durante a reprodução, pois ao contrário dos pais, os filhotes ainda não terão o labirinto, órgão que os permite respirar o ar atmosférico.



SINÔNIMOS:
Opercularis Labrus
Chinensis Macropodus
Macropodus ctenopsoides
Filamentosus Macropodus
Macropodus opercularis opercularis
Viridiauratus Macropodus
Venustus Macropodus

Colisa


Ao montar um aquário, é importante observar o tamanho dos peixes que deseja adquirir, quando adultos, o seu comportamento e convívio com outros e também as preferências com relação à água e alimentação.

Características
Pertencente à mesma família do beta, a Colisa também é um peixe bastante procurado por aquaristas, por ser resistente e embelezar o aquário com o seu colorido. O macho adulto, de um modo geral, diferencia-se da fêmea por apresentar as nadadeiras pontiagudas com as extremidades avermelhadas.
Sua origem é a Índia e existem várias espécies de Colisa: colisa lalia, chuna, cobalto, labiosa e fasciata, todas com um colorido maravilhoso. O seu comprimento pode varia ente cinco e sete centímetros.

Diferente da maioria dos peixes, que respiram na água através das brânquias, ela usa o ar da atmosfera, motivo que a leva a subir várias vezes à superfície. Mesmo precisando de menos oxigênio para respirar, há necessidade de fazer a oxigenação da água, que lhe é vital.

É uma espécie dócil, tímida e pacífica, que vive bem com outros da mesma raça e também com peixes menores num mesmo aquário, porém pode demonstrar um temperamento mais agressivo, principalmente entre os machos; por isso é recomendável que seja observada.
Alimentação



A ração indicada para a Colisa é a flocada e além da ração, por ser onívora, é indicado o uso do blood worms (larvas congeladas de um único tipo de mosquito, que as deposita nas águas limpas das beiradas de rios sem poluição).

Esse alimento deve ser ministrado antes da ração. Por ser muito apreciado por todos os peixes, em virtude de ser muito saboroso, se for dado na hora em que tem muita fome, pode fazer com que não aceite mais a ração. Essa alimentação é rica em proteínas magras e deixa a cor dos peixes mais brilhante.
Reprodução

O ideal é manter um macho e várias fêmeas num mesmo aquário, pois os machos podem ser agressivos entre si. Na época do acasalamento é necessário passar apenas um macho e uma fêmea para um aquário pequeno, de cinquenta centímetros de comprimento, mais ou menos, com várias plantas e água envelhecida, numa temperatura em torno de trinta graus, até a altura de uns vinte centímetros do aquário.

Ao chegar ao aquário o casal,que precisa ter um ano, deve receber o blood worms. O macho já inicia a construção do ninho e, depois da fecundação, a fêmea deve ser retirada do aquário pois o macho, para defender o ninho, fica bastante agressivo. Em torno de três dias após a desova os alevinos nascem e devem receber alimento apropriado; e o macho deve ser retirado.



Cuidados
A água deve ser trocada, parcialmente, uma vez por semana. Nunca devem ser tirados mais do que 30% dela. Use água da torneira e adicione anticloro.
Alimentação própria, sem exagero. O excesso de alimento pode deixar o peixe doente e até matá-lo.
Para mexer com o aquário as mãos devem estar limpas.
Evite o aquário redondo e a sua exposição a barulhos e sol. Não troque-o de lugar com frequência e não bata no vidro em hipótese alguma.
Use um aquecedor de água nos dias frios.

Ao resolver adquirir um aquário, siga o guia das raças com que deseja povoá-lo e lembre-se de ter todos os cuidados necessários.