sexta-feira, 20 de junho de 2014

Maré vermelha

O fenômeno da maré vermelha

O fenômeno Maré Vermelha é provocado pelo desequilíbrio ecológico resultante da excessiva proliferação da população de certas algas tóxicas, principalmente as dinoflageladas Gonyaulax catenella.
Contudo, a ocorrência desse evento não condiz com sua denominação, visto que a coloração da água na superfície do mar pode variar, e para dissociar tal acontecimento natural à pigmentação, comumente avermelhada, mas também com tonalidade marrom, esse pode ser denominado, com mais coerência, por apenas “floração de algas nocivas”.
As causas relacionadas a esse acontecimento são as seguintes: alteração na salinidade, oscilação térmica da água e excesso de sais minerais decorrentes do escoamento de esgoto doméstico nas regiões de estuário, alterando as condições abióticas da zona pelágica (de 0 a 200 metros de profundidade), consequentemente afetando o comportamento das espécies planctônicas.
A acelerada reprodução e aglomeração das algas dinoflageladas, com proporcional extenuação (morte) das mesmas, desencadeiam um efeito catastrófico na fauna aquática local, liberando substâncias tóxicas em alta concentração, capaz de envenenar a água e os organismos ali viventes, por exemplo, a morte em larga escala de peixes e moluscos. Em geral, os organismos filtradores são os mais atingidos.
Outro aspecto evidente é o bloqueio efetuado pela camada de algas, impedindo a incidência e passagem de luminosidade, atenuando o processo fotossintético com diminuição dos níveis de oxigenação da água.
No ser humano pode causar danos à saúde (diarreia, problemas respiratórios e circulatórios), caso seja contaminado pelas toxinas ingeridas através do hábito nutricional, com acúmulo de substâncias nocivas em tecidos de animais marinhos (ostras, camarões e peixes) que servem de alimentos ao homem. Além de prejuízos econômicos, relativos à produtividade pesqueira.
Intoxicação pela maré vermelha
Uma das toxinas liberadas por alguns dinoflagelados é conhecida como saxitoxina. Trata-se de um sal hidrossolúvel que ataca o sistema nervoso humano e, por isso, é classificado como uma neurotoxina. The New Encyclopædia Britannica afirma que as “toxinas liberadas na água irritam o sistema respiratório humano”. Já houve casos em queresorts à beira-mar tiveram de fechar as portas porque a rebentação das ondas liberou no ar toxinas de marés vermelhas.
Gosta de frutos do mar? Bem, as marés vermelhas podem tornar venenosos os moluscos que se alimentam de dinoflagelados. A revista Infomapper diz que ‘moluscos bivalves e outros, como ostras, mexilhões e mariscos, são os mais perigosos porque agem como filtros do mar e absorvem mais toxinas que os peixes’. Mas “peixes, lulas, camarões e caranguejos . . . talvez ainda sejam seguros para o consumo humano”. Por quê? As toxinas da maré vermelha se acumulam no intestino desses, o que em geral é removido durante a preparação para consumo.
Mesmo assim, se você souber que os frutos do mar — em especial moluscos — vêm de regiões contaminadas por marés vermelhas, é bom ter cuidado. Eles podem causar uma doença conhecida como intoxicação paralítica por molusco (PSP). Se ingerir toxinas produzidas pela maré vermelha, você possivelmente sentirá os primeiros sintomas dentro de 30 minutos. A tabela acompanhante alista alguns deles. Se não for corretamente tratada, a PSP pode levar a parada respiratória e morte.
Ainda não existe antídoto para a intoxicação pela maré vermelha. Mas algumas medidas de emergência têm ajudado. Faça o paciente vomitar para remover as toxinas do estômago. Pode-se fazer também uma lavagem gástrica usando tubo estomacal para eliminar o veneno. Em alguns casos, é necessário respiração artificial. Nas Filipinas, alguns acham que beber leite de coco com açúcar mascavo ajuda as vítimas a se recuperar mais rápido.
A solução
Atualmente, não temos muito controle sobre as marés vermelhas. Mas muitos acreditam que usar menos fertilizantes químicos e menos pesticidas — evitando assim que sejam levados para o mar — poderia reduzir o problema. Impedir que lixo industrial e dejetos humanos sejam jogados no mar e nos rios também ajudaria. Outro método seria livrar as áreas costeiras de possíveis fontes de nutrientes que pudessem fazer os dinoflagelados se multiplicar.
Enquanto isso, alguns governos acompanham a situação de perto. Nas Filipinas, por exemplo, um órgão do governo inspeciona regularmente os moluscos para garantir a qualidade para os mercados local e internacional. No fim das contas, porém, somente o Criador será capaz de eliminar os efeitos nocivos que a maré vermelha causa à humanidade.
[Nota(s) de rodapé]
Embora nas Filipinas as marés vermelhas estejam ligadas diretamente ao problema de intoxicação paralítica por molusco, alguns especialistas dizem que esse não é necessariamente o caso em todos os países onde ocorrem marés vermelhas.
Sintomas da intoxicação pela maré vermelha
 1. Sensação de formigamento ou queimação nos lábios, nas gengivas e na língua
 2. Dormência e formigamento no rosto, que se espalha para outras partes do corpo
 3. Dor de cabeça e tontura
 4. Sede intensa e hipersalivação
 5. Náuseas, vômitos e diarreia
 6. Dificuldades para respirar, falar e engolir
 7. Dores nas articulações e vertigens
 8. Pulso acelerado
 9. Fraqueza muscular e falta de equilíbrio
10. Paralisia do corpo



quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Trichogaster trichopterus (Tricogaster Azul)


Trichogaster trichopterus (Tricogaster Azul)



Trichogaster Trichopterus (Tricogaster Amarelo)


Trichogaster Leeri


REPRODUÇÃO:
Típica dos labirintídeos , com construção do ninho de bolhas.
Os pais devem ser bem alimentados antes da postura e retirados após a mesma.
Seus ovos, bem como os alevinos, são mais leves que a água e flutuam no topo.
A reprodução é fácil, encontrar um par adequado é talvez o maior desafio.
Para a reprodução um aquário de 40 litros ou mais.
A água deve ser rasa, cerca de 13 centímetros.
A correnteza deve ser mínima.
Plantas flutuantes, ou caule de plantas cultivadas na superfície, ou qualquer outro detrito flutuante ajudará a manter o ninho no lugar.
Um par de adultos saudáveis deve ser introduzido no aquário de reprodução.
O macho vai gastar muito tempo na construção de um grande ninho.
Os ovos serão depositados no ninho.
A fêmea deve ser removida neste momento ou ela corre o risco de ser morta pelo macho.
Após 20hs o macho deve ser removido, pois pode comer os alevinos que emergem do ninho.
Os ovos eclodem em 24 horas e os alevinos devem ser alimentados com infusórios e náupilos de artêmias.

DISTRIBUIÇÃO:
Encontrados em riachos e rios tropicais do Extremo Oriente em pântanos, brejos e canais.
Habitam águas rasas e lentas com uma grande quantidade de vegetação aquática.
Ocorrem em florestas sazonalmente inundadas ao longo do médio e baixo Mekong, de lá migram para áreas inundadas durante a época do dilúvio e retornam à corpos d'água permanentes no início da estação seca.



CURIOSIDADES:
Controle de pragas, tricogasters comem Hydras e Planarias por isso muitas vezes são usados para se livrar da infestação biologicamente, com ambos os hóspedes indesejáveis.

LISTA COMPLETA:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Superclasse: Osteichthyes
Classe: Actinopterygii
Ordem: Perciformes
Família: Osphronemidae
Género: Trichogaster
Temperatura: 25°C a 30°C
pH: 6,0 a 8,2
gH: 5 a 20
Dieta: Carnívoro
Agressividade: Moderada
Ambiente natural: Bentopelágico, água-doce
Aquário mínimo: 60 litros

ORIGEM:
Tailândia, Malásia, Birmânia, Camboja, Vietnã, Indonésia, Sumatra, Banka, Bornéu, Java, Madura, Bali, Brunei, e sobre as Filipinas.
Principalmente em áreas densamente plantadas.

MORFOFISIOLÓGIA:
O corpo é ligeiramente comprimido e alongado com dois barbilhões no ventre.
Machos conhecidosidos por uma longa nadadeira dorsal e pela cor alaranjada das nadadeiras pélvicas.
Pode chegar a medir até 11 cm.
Os olhos são localizados bem à frente.
A boca é grande e voltada para cima.
As cores podem variar de amarelo, dourado, verde-oliva e azul com três pontos negros no meio do corpo.

HEMATOSE:
Além de ter respiração branquial, possuem labirinto com vascularização que lhes permite usar ar atmosférico em sua respiração.
Capturam com a boca, pequenas bolhas de ar que serão conduzidas àquela adaptação onde também ocorre a hematose, possibilitando viver em água com pouco oxigênio dissolvido.

ALIMENTAÇÃO :
Rações próprias para tricogasters, em flocos ou grânulos.
No mínimo duas vezes por semana oferecer alimentos vivos (artêmia, tubiflex ou larvas de mosquitos).

COMPORTAMENTO:
Territorialista, agressivo com o mesmo sexo de sua espécie, também pode agredir outros peixes menores.

DIMORFISMO SEXUAL:
Pode-se diferenciar o macho da fêmea pelas barbatanas dorsal e caudal mais pronunciadas no macho já a fêmea tem as mesmas pequenas e arredondadas.
Também podemos destinguilos pela cor alaranjada sob as guelras do macho, sobretudo no período de reprodução.

ESPÉCIES E DATAS:
A descrição por Pallas foi relatada duas vezes, em 1770 e em 1777.
A Primeira importação Européia: seqüencial na Alemanha e nos Países Baixos, data de 1896.
Sinônimos...
Trichopterus Labrus, Pallas, 1770
Trichogaster trichopterus, Bloch & Schneider, 1801
Trichopterus Trichopodus, Lacépède, 1801
Trichopterus Trichopodus, Cuvier & Valenciennes, 1831
Sepat Trichopus, Bleeker, 1845
Siamensis Osphromenus, Günther, 1861
Trichopterus Osphromenus , Bleeker, 1865
Cantoris Trichopus, Sauvage, 1884
Trichopodus maculatus, Vipulya 1923
Saigonensis Osphronemus, Borodin, 1930.

Peixe paraiso


Macropodus Ocellatus Cantor


Peixe Paraíso


Macropodus Opercularis


Peixe Paraíso


DIMORFISMO SEXUAL:
O Macho é maior e tem os raios das barbatanas mais longos.

ALIMENTAÇÃO:
Onívoro:
No mundo selvagem, eles são predadores, comendo vegetais, insetos, invertebrados, e peixes menores.
No aquário aceitam praticamente qualquer alimento, mas deve ser dada uma dieta razoavelmente com alto teor de proteína, oferecer duas vezes por semana alimentos vivos e ou congelados.
Alimentos de origem vegetal dos tipos vendidos para goldfish são ótimos.
Ou as próprias para peixes paraíso! (São melhores por serem feitas exclusivamente para eles, mas são difíceis de encontrar e geralmente mais caras).

SOBREVIVÊNCIA:
A variedade selvagem deste peixe é encontrada com facilidade entre os arrozais chineses, locais com muita vegetação e pouca água, acostumado com condições mínimas de sobrevivência.
Não precisa de sistema de aquecimento, principalmente em países tropicais, já que prefere temperaturas em torno de 23ºC.
Fatores como pH e dureza não são relevantes, ele pode viver tanto em águas alcalinas como ácidas.
Num aquário coletivo os outros peixes devem ser maiores que ele para diminuir as chances de sofrerem com sua agressividade.
Esta espécie pode ser muito útil no combate à algumas espécies de caramujos considerados verdadeiras pragas aquáticas.

SELOS...






BLUE PARADISE


LISTA COMPLETA!
Nome científico: Macropodus Opercularis
Nome popular: Peixe Paraíso
Origem: Sudeste asiático - Coréia, China, Vietnam e Formosa
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Actinopterygii
Família: Anabantídeos (Osphronemidae)
Gênero: Macropodus
Nome Binomial: Opercularis Macropodus
(Linnaeus, 1758)
Tamanho: até 11 cm
Comportamento: Agressivo
PH: 6.0 a 8.0
Temperatura: 16 ºC a 28 ºC – ideal 23 ºC
Dureza: 10 dH
Alimentação: onívoro
Reprodução: ovíparo
Aquário mínimo: 20 litros - casal 50 litros - coletivos a partir de 100 litros.

ORIGEM:
São peixes de água doce encontrados em valas e arrozais na Ásia Oriental, que vão desde a Península da Coréia do Norte até o Vietnã.
Foi um dos primeiros peixes ornamentais disponíveis para aquários no ocidente, tendo sido importado para a Europa em 1800.

COMPORTAMENTO:
Habitantes solitários de aquários.
O peixe paraíso é um dos membros mais agressivo de sua família.
Bastante agressivos, perseguindo e atacando uns aos outros, e tem potencial para matar peixes menores.
Os machos devem ser mantidos separados, uma vez que eles vão lutar agressivamente.
Um macho pode ser mantido com as fêmeas, as fêmeas podem ser mantidas juntas em grupos.


REPRODUÇÃO:
Como é típico da maioria dos bettas e gouramis, envolve uma construção de um ninho de bolhas feito pelo macho (um tapete flutuante de bolhas de ar e saliva.
Com o intuito de atrair uma fêmea para ele.
Se a fêmea aceita os avanços do macho, o peixe a "abraça", liberando os óvulos e espermatozóides na água.
O macho recolhe os ovos fecundados, após cada abraço, cuspindo-os para o ninho da bolha. Após a desova, o macho fica super protetor.
A fêmea deve ser retirada, pois o macho pode atacá-la violentamente e até matá-la.
Após a eclosão começam a nadar livremente, após dois dias o macho deve ser removido!
O aquário deverá ser mantido tampado a fim de manter a umidade e diminuir a oscilação de temperatura, que deve se manter próxima aos 23ºC, um aerador suave será útil, durante a reprodução, pois ao contrário dos pais, os filhotes ainda não terão o labirinto, órgão que os permite respirar o ar atmosférico.



SINÔNIMOS:
Opercularis Labrus
Chinensis Macropodus
Macropodus ctenopsoides
Filamentosus Macropodus
Macropodus opercularis opercularis
Viridiauratus Macropodus
Venustus Macropodus

Colisa


Ao montar um aquário, é importante observar o tamanho dos peixes que deseja adquirir, quando adultos, o seu comportamento e convívio com outros e também as preferências com relação à água e alimentação.

Características
Pertencente à mesma família do beta, a Colisa também é um peixe bastante procurado por aquaristas, por ser resistente e embelezar o aquário com o seu colorido. O macho adulto, de um modo geral, diferencia-se da fêmea por apresentar as nadadeiras pontiagudas com as extremidades avermelhadas.
Sua origem é a Índia e existem várias espécies de Colisa: colisa lalia, chuna, cobalto, labiosa e fasciata, todas com um colorido maravilhoso. O seu comprimento pode varia ente cinco e sete centímetros.

Diferente da maioria dos peixes, que respiram na água através das brânquias, ela usa o ar da atmosfera, motivo que a leva a subir várias vezes à superfície. Mesmo precisando de menos oxigênio para respirar, há necessidade de fazer a oxigenação da água, que lhe é vital.

É uma espécie dócil, tímida e pacífica, que vive bem com outros da mesma raça e também com peixes menores num mesmo aquário, porém pode demonstrar um temperamento mais agressivo, principalmente entre os machos; por isso é recomendável que seja observada.
Alimentação



A ração indicada para a Colisa é a flocada e além da ração, por ser onívora, é indicado o uso do blood worms (larvas congeladas de um único tipo de mosquito, que as deposita nas águas limpas das beiradas de rios sem poluição).

Esse alimento deve ser ministrado antes da ração. Por ser muito apreciado por todos os peixes, em virtude de ser muito saboroso, se for dado na hora em que tem muita fome, pode fazer com que não aceite mais a ração. Essa alimentação é rica em proteínas magras e deixa a cor dos peixes mais brilhante.
Reprodução

O ideal é manter um macho e várias fêmeas num mesmo aquário, pois os machos podem ser agressivos entre si. Na época do acasalamento é necessário passar apenas um macho e uma fêmea para um aquário pequeno, de cinquenta centímetros de comprimento, mais ou menos, com várias plantas e água envelhecida, numa temperatura em torno de trinta graus, até a altura de uns vinte centímetros do aquário.

Ao chegar ao aquário o casal,que precisa ter um ano, deve receber o blood worms. O macho já inicia a construção do ninho e, depois da fecundação, a fêmea deve ser retirada do aquário pois o macho, para defender o ninho, fica bastante agressivo. Em torno de três dias após a desova os alevinos nascem e devem receber alimento apropriado; e o macho deve ser retirado.



Cuidados
A água deve ser trocada, parcialmente, uma vez por semana. Nunca devem ser tirados mais do que 30% dela. Use água da torneira e adicione anticloro.
Alimentação própria, sem exagero. O excesso de alimento pode deixar o peixe doente e até matá-lo.
Para mexer com o aquário as mãos devem estar limpas.
Evite o aquário redondo e a sua exposição a barulhos e sol. Não troque-o de lugar com frequência e não bata no vidro em hipótese alguma.
Use um aquecedor de água nos dias frios.

Ao resolver adquirir um aquário, siga o guia das raças com que deseja povoá-lo e lembre-se de ter todos os cuidados necessários.


Rasbora Galaxy

                                     Rasbora Galaxy


                                      (by http://www.hetaquariumcollectief.nl)

Rásbora Galaxy 
Danio margaritatus 
Celestichthys margaritatus 
Cyprinidae
Ásia / Myanmar
Características: 

São peixes tímidos e pacíficos. Gostam de ficar boa parte do tempo escondidos entre as plantas.

Comportamento / Sociabilidade:
Em Grupo.

Posição dentro do Aquário: 
Fundo do Aquário

5.7 a 7.5
18 a 24 ºC 
3 cm (aprox.)
Alimentação: 

Omnívoro, aceita praticamente de tudo, mas se quiser incentivar a sua reprodução e manter as suas rásboras saudáveis e com belas cores é recomendado oferecer alimentos vivos pelo menos uma vez por semana.

Reprodução: 

Para tentar sua reprodução, deve  separar um casal num tanque de aproximadamente 28 l (45x25x25 cm), alguns criadores usam 2 machos para cada fêmea, com o intuito de aumentar as hipóteses de fertilização das ovas. 
A abundância de bons alimentos vivos como Artémias ou Bloodworm são muito bem vindos nesta fase.
E após cerca de duas semanas, o processo de criação está pronto para começar.
Recomenda-se o uso de filtros internos de espuma ou então a colocação de lã de vidro na entrada de água do filtro externo para evitar que as crias sejam sugadas. 
Como são peixes originários de águas frias, deverá manter a temperatura entre os 18 e os 24°C. 
O próximo passo é decidir qual o método usar para separar as ovas dos pais, já que estes possuem o hábito de comer as suas próprias ovas.
Após o aparecimento das ovas os Pais devem ser retirados do aquário para evitar que os ovos sejam comidos por estes.
A eclosão ocorrerá entre 24 a 36 horas. Após o nascimento das crias estas, ainda terão seus sacos vitelinos e utilizarão os mesmos como alimento durante as 24 horas seguintes, ou mais.
Durante esta fase, é comum que eles se juntem e se agarrem nas paredes laterais do aquário. 
Quando começam a nadar livres pelo aquário já podem ser alimentados com náuplios de artémia e iniciar as mudanças diárias de água de 20 ou 25%. 
Quando os alevins já estiverem maiores, por volta de 1.5 cm deveram ser introduzidos num aquário maior e a partir dai já poderam receber outros tipo de alimentos.

Dimorfismo Sexual: 

Os machos são mais escuros e têm as barbatanas dorsais e anais avermelhadas com riscas pretas e sua boca tem minúsculos pontos negros. 
Já as fêmeas têm o corpo mais claro com as barbatanas alaranjadas e a ausência dos minúsculos pontos negros na boca.

Outras Informações: 

A Rasbora Galaxy foi descoberta perto de Hopong Town, em Myanmar (Ásia) e devido à sua procura explosiva por parte dos aquarofilistas, rapidamente tornou-se uma espécie em extinção.
Devido ao seu tamanho os companheiros ideais são outras rásboras e peixes mais calmos.
Ao serem colocados em aquários comunitários, deverá ter em atenção a hora da alimentação já que as Rásboras Galaxy não são vorazes e podem acabar por ficar sem comida.

Piranha vermelha

História 

A Piranha Vermelha é originária da América do Sul. É a espécie de piranhas mais comum na aquariofilia.

Tem fama de ser um predador feroz, mas no entanto é um animal bastante tímido que gosta de estar escondido entre a vegetação e até a própria luminosidade deve ser reduzida.

Temperamento 

As piranhas são animais que vivem em grupo. Na natureza os grupos tipicamente têm entre 20 a 30 exemplares. No aquário, estar em grupo de pelo menos 4 indivíduos ajuda a ultrapassar alguma da timidez que as caracteriza.

Os exemplares maiores (15 a 24 cm) alimentam-se durante o fim-da-tarde até ao início da noite, enquanto que os exemplares mais pequenos (8 a 11 cm) são mais activos durante o dia.

É um animal com um ataque e mordida forte. Não deve ser misturado com outros peixes no aquário, uma vez que são animais que se alimentam de outros peixes. Se o aquário for suficientemente grande podem partilhá-lo com peixes do gênero pygocentros. Mas se um dos peixes se lesionar por algum motivos, mesmo dentro do próprio grupo de piranhas, este pode tornar-se um alvo fácil para as restantes.

Dieta 

A Piranha Vermelha é um omnívoro oportunista. Alimenta-se de insectos, peixes, moluscos e crustáceos. Pode também alimentar-se de pequenos animais terrestres que se cruzem no seu caminho, assim como algas e plantas.

Ocasionalmente pode ser alimentada com carne de frango, mas não é aconselhável manter esta dieta. Também não é aconselhável oferecer peixes vivos. Por vezes algumas piranhas resistem a comer peixes previamente mortos, mas todas podem ser habituadas a aceitar gradualmente alimento morto.

A comida que for colocada no aquário e não for comida deve ser retirada, pois causam imensa “poluição” no aquário. 

Descrição 

A Piranha Vermelha é um peixe cinzento/prateado, com uma mancha vermelha no ventre. As barbatanas são pretas, exceptuando as barbatanas peitorais que são avermelhadas ou alaranjadas.

Não há diferença notória entre machos e fêmeas, embora as fêmeas possam ter a barriga ligeiramente mais alaranjada do que os machos.

Aquário 

Um aquário de 200 litros pode ser suficiente para um pequeno grupo de piranhas. Mas se a intenção for reproduzir, o ideal é ter cerca de 6 indivíduos num aquário com 180 x 60 x 60 cm.

O PH deve estar entre os 5,5 e os 7,5 e a temperatura entre os 23 e os 27ºC. A dureza da água pode chegar aos 18ºgH, mas estas piranhas preferem geralmente água menos dura.

Fonte: arcadenoe.sapo.pt › peixes

Neon cardinal

Descrição editar ]

Este é sem dúvida o peixe mais popular entre os amantes da aquarofilia. O dorso é cinza e o ventre prateado o que contrasta com a lista azul desde o olho até à barbatana e com a banda vermelho vivo. O seu comprimento atinge no máximo 3 cm

Temperamento 

É um peixe bastante robusto (a fêmea mais encorpada) adaptando-se facilmente a diferentes ambientes. Gosta de nadar em cardume ( minimo 5 exemplares, máximo depende do tamanho do aquário).  São bastante inofensivos e pacíficos pelo que se deve evitar misturá-los com espécies mais agressivas. 

Aquário 

O Tetra Néon é um peixe gregário que gosta de viver em cardume. Adapta-se facilmente a aquários comunitários. A beleza destes peixes é realçada com um fundo preto e uma luz fraca, deixando as escamas iridescentes sobressaírem.

A temperatura ideal da água situa-se entre os 21ºC e os 26ºC. É recomendado, para que a faixa azul seja mais brilhante, que a água seja ligeiramente ácida,  o que por vezes dificulta a sua mistura com peixes de águas alcalinas (Guppy, por exemplo). A água deve ser mantida com um PH entre 5 e 6. A dureza da água deve baixa, 1 a 2 dGH.

O aquário deve ter no mínimo 20 litros para um cardume de 7 indivíduos. Esta espécie gosta de bastantes plantas e troncos para imitar o habitat natural (rio Amazonas). Nunca colocar esta espécie com peixes maiores e territoriais pois podem ser facilmente atacados e ingeridos. Pacíficos, os Tetra Néons podem ser alojados com outros peixes do mesmo tamanho.

Dieta 

O Tetra Néon é omnívoro e aceita facilmente todos os tipo de comida. A sua preferência recai sobre os insectos, tais como artémias, mas aceita comida em flocos.
fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Néon_(peixe)

Peixe Neon - Reprodução

Sejam bem vindos amigos do Aqua Simples. Vamos falar hoje como tentar reproduzir os Neons em aquário.

Já sabemos que a tarefa não é nada fácil. Poucos tiveram sucesso. E qualquer detalhe é importante...

A primeira coisa que devemos ter é um aquário exclusivo para Neons... Densamente plantado e com muito Musgo de Java. Aquário mais escuro... Não vá iluminar fortemente o aquário...

Cuidado com a filtragem... Coloque uma esponja para impedir que seu filtro puxe os ovos ou os alevinos...

Os Neons vivem (na natureza) em águas escuras e ricas em ácido húmico* (veja no final do artigo) e também ácido tânico** (veja no final do artigo). Os ácidos são bacteriostáticos (matam bactérias) impedindo que bactérias tomem conta da água. Assim a água torna-se livre destes agentes indesejáveis... Mas o que isso tem haver com a reprodução?

Na verdade estas águas são livres destas bactérias o que possibilita a desova dos Neons... Os ovos dos Neons são muito sensíveis. E em nossos aquários sempre ocorre algo que impossibilita a reprodução.

Os Neons (peixe ovíparo, dã...) deixam seus ovos soltos na água (que se fixam na vegetação). Os ovos são semi-adesivos e normalmente eclodem de 24 a 36 horas após a postura.

Os pais podem comer a desova... Por isso a importância do aquário ser plantado (muito).

Os alevinos vão se alimentar de infusórios***(veja no final do artigo).

Normalmente se vê os Neons em seu ritual de acasalamento o que se torna difícil de verificar são os ovos e os alevinos...

Na naturaza a desova ocorre no escuro (a água é escura, lembra?) em água ácida e mole.

Os pais não vão ficar tomando conta dos ovos ou dos alevinos... Eles deixam isso com a mãe natureza (em nosso caso com agente).

É importante a questão da alimentação. Dê alimentos vivos variando o cardápio... Os Neons vão sentir a fartura (como na época de cheia) mas cuidado para não colocar comida em excesso, pois corre o risco de mudar a qualidade da água... Alimente 3 vezes ao dia...

Existem diversas formas de tentar montar o ambiente adequado, mas todas elas passam pela características descritas acima.

Vamos a parte prática!



- Escolha um aquário a partir de 40 litros.
- Coloque uma placa de xaxim tratada no fundo (bem pequena, e imagem acima é ilustrativa).
- Cubra o fundo com musgo de Java.
- Coloque um grupo de Neons.
- Água deve ser ácida com o pH em torno de 5,5 a 6,5 e a temperatura em torno de 27 a 29°C e água mole.
- A Iluminação deve ser fraca (não é a vez das plantas e sim de reproduzir).

A desova não tem como se identificar com antecedência, pode ocorrer em qualquer momento. E a eclosão é rápida (24 a 36 horas). Fique atento! Se perceber retire os adultos...

Os ovos são sensíveis a fungos e podemos imitar a naturaza colocando xaxim no aquário, pois o xaxim é um fungicida natural.

Alimente os filhotes com infusórios, náuplios de artêmia e microvermes...
fonte: aquasimples.blogspot.com/2008/11/peixe-neon-reproduo.html